Acorda um pouco mais tarde, levanta, coloca a água pra ferver pro café. E que café mais bonito era aquele, iluminado pelo sol, em companhia tão doce. Dá comida e água para a cachorra, arruma a cama, com o sol iluminando o lençol. Sol forte, que faz suar. Com os dentes escovados, gosto de menta na boca, ganha um beijo doce. Passa pela varanda, se espreguiça. Um passeio de mãos dadas, uma volta maior com a cachorra. No domingo vale, né? Até a cachorra ficou mais feliz. Praia ou piscina? Ai, tô amando esse clima dessa cidade! Praia! Cadeira, toalha, protetor. Ah, aquele cheiro de protetor que sempre amei. A Barra é linda nesse horário da manhã. Lindo seu olhar de quem gosta de cerrar os olhos pelo sol, de se esconder debaixo do boné. Almoço, espera, frio, arrepio. Doce e salgado juntos. A companhia. O clima. O inusitado.
E a lembrança, que dura até hoje. E que vai durar pra sempre. Lembrança de uma manhã qualquer. De um domingo qualquer. Dessa vida nova. Que me deixa sempre querendo mais e mais. Mais domingos, todos os dias.
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